Rodrigo Leão

Rodrigo Leão em concerto no Lux Frágil

Rodrigo Leão apresenta “Cérebro: Mais Vasto que o Céu”, no Lux Frágil, dia 07 de Novembro, às 22h30.

Rodrigo Leão, por (c) Augusto Brazio

Um espectáculo integrado na Programação Cultural do ISPA-Instituto Universitário, com o tema “FREUD EM ALFAMA”, a decorrer em 2019/2020.

O músico e compositor, foi sujeito a uma experiência científica e exposto a diferentes estados emocionais (alegria, raiva, nojo) através de electroencefalograma, que registou a sua actividade cerebral, originando uma série de sons. Rodrigo Leão aceitou o desafio de criar composições a partir destes sons, que resultaram num álbum das suas atmosferas sonoras.

O concerto enquadra-se na linha de programação cultural que o ISPA-Instituto Universitário está a promover com a designação “Freud em Alfama” e que consiste em extravasar as paredes do edifício do ISPA (em Alfama) e levar um conjunto de eventos a entidades culturais que residem no mesmo bairro: Panteão Nacional, Lux Frágil e o Museu do Fado.

Sigmund Freud foi a personalidade escolhida pelo ISPA para este percurso cultural pelo bairro de Alfama que vai contar com quatro concertos e duas exposições, que constituem os seis eventos principais de um extenso programa, que serão sempre antecedidos de conversas com os artistas no ISPA no início de cada semana.

Bilhetes disponíveis na ticketline e locais habituais.

Rodrigo

Rodrigo Leão, de seu nome completo Rodrigo Costa Leão Muñoz Miguez GOIH (Lisboa, 15 de outubro de 1964) é um músico e compositor português. Tornou-se conhecido nas bandas Sétima Legião e Madredeus.

Foi co-fundador dos Sétima Legião em 1982 e em 1985, em conjunto com Pedro Ayres Magalhães e Gabriel Gomes cria os Madredeus.

É autor da banda sonora de um filme de Manuel Mozos. Lança o seu primeiro álbum a solo em 1993 e são suspensas as actividades do grupo Sétima Legião. Em 1994 abandona os Madredeus. A solo lança as obras Mysterium (1995, EP) e o álbum Theatrum (1996).

Começa a explorar a combinação das suas composições clássicas-modernas com formas de canção e instrumentação mais tradicionais, com a presença de cantores como Lula Pena ou Adriana Calcanhotto no CD Alma Mater e correspondente digressão.

Entre os seus convidados constam ainda Sónia Tavares e Nuno Gonçalves dos The Gift, e Rui Reininho dos GNR, que participou na gravação do seu álbum ao vivo intitulado Pasión.

O disco Alma Mater e o próprio músico receberam dois importantes títulos de reconhecimento público, o de Disco do Ano (Prémios DN+) e o de Artista do Ano (Prémios Blitz).

Em 2004 editou o CD Cinema, considerado pelo editor da revista americana Billboard um dos melhores discos editados nesse ano. Neste trabalho participaram convidados como Rosa PassosBeth Gibbons e Ryuichi Sakamoto, entre outros.

Em 2006 é lançado um olhar retrospectivo sobre a sua carreira com o disco O Mundo [1993-2006], acrescentando seis canções inéditas.

Em 2007 compõe a banda sonora original da série documental Portugal, Um Retrato Social, dirigida por António Barreto para a RTP.[3] Baseada nos 18 temas do disco, surge a digressão nacional Os Portugueses.

Divide com Sérgio Godinho a responsabilidade da banda sonora da série de televisão Equador,[4] que contém temas originais e temas pertencentes a trabalhos anteriores (Alma MaterO Mundo [1993-2006]Portugal, Um Retrato Social) ou a sair nesse ano (A Mãe).

Em 2009 é lançado o disco A Mãe (2009) em conjunto com o Cinema Ensemble, criado entretanto.

Em 2010 dirige um concerto no Museu do Oriente. É lançada uma nova edição de Ave Mundi Luminar, contendo o EP extra In Memoriam.

Em 2011 é editado o álbum A Montanha Mágica.

Em 2012, é editado “Songs (2004-2012)”, o álbum-compilação que congrega as músicas que compôs em inglês.

A carreira de Rodrigo Leão é singular e riquíssima, estando ligada a alguns dos mais importantes momentos da cena musical portuguesa pós-1980. Rodrigo vê-a quase como um filme ou um livro com diversos capítulos, mas sempre com ligação entre eles. Explica-nos que os seus modos nunca se chegaram a alterar e que há coisas que tendem a não mudar: «mesmo no princípio da Sétima Legião fazia coisas que ainda hoje repito», explica, para reforçar a ideia de uma continuidade que a sua música transporta.

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